15 de janeiro de 2013. Aparentemente, um dia comum.
Acordar às 6h, andar seis quadras até a parada, pegar o ônibus, andar do Portão
2 até o Bloco C, aula às 7h45, final da aula às 9h10... Exceto pelo nervosismo
incomum, pela ansiedade, pelo mal estar... E não foi um dia comum.
Não sei quantas pessoas conhecem a emoção de escutar
o próprio nome no listão dos aprovados no vestibular pela rádio, mas conheço
muitas pessoas que adorariam viver esse momento. A Jéssica esperou por cinco
anos para que pudesse sentir essa emoção. Quando digo “esperou” não considero
uma atitude passiva por parte dela. Conheço muito bem toda a garra e a
dedicação empenhadas para que isso fosse possível! Eis que esse dia chegou. É,
aquele dia 15 de janeiro de 2013 que parecia comum...
Um abraço especial. Um grito guardado desde o último
ano de colégio. Onze anos de convivência passando como um filme na memória. As
lágrimas mais alegres que chorei. Acho que a imagem já diz muito
por si só!
Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realidade
É só um sonho que se sonha só
Mas sonho que se sonha junto é realidade


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